Você, que já considerava 13 finais muita coisa lá na época do SNES com Chrono Trigger ainda não tinha visto nada: Atelier Rorona – Alchemist of Arland possui nada mais que 30 finais diferentes!
Um destaque fica por conta do comentário de Ereek na divulgação da notícia pelo site Siliconera, onde ele ressalta que isto é uma tradição em episódios anteriores da franquia Atelier, cujos finais são baseados no que se faz no decorrer do jogo. Por exemplo, "Passou muito tempo lutando e nada mais? Você poderá receber um final aventureiro. Se você gastar muito tempo com Alquimia, você pode receber um final de "Mestre" alquímico, e assim por diante." A relação de Rorona também influenciará no final do título.
As perguntas são, será que todos valerão a pena? Uma nova rodada não será enfadonha?
Seguindo, temos também à disposição as informações contidas no site oficial agora disponível:
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Além de permitir acesso a um vídeo promocial, que já divulgamos aqui, o site disponibiliza 3 faixas lindas do título, informação básica sobre a combinação de itens, um curto sumário da história e informação sobre a protagonista, Rorolina Frixell (apelidada de Rorona).
Apesar de não estar com lançamento em data fixa no site, já tínhamos também divulgado o vazamento da GameFly, onde segundo a locadora estaremos vendo o título em 30 de Setembro.
Primeiro episódio da série no PS3, e também o princípio do uso de gráficos 3D em Cel-Shading.
Exclusivo ao PS3 o título chegará pelas mãos da NIS America em 30 de Setembro, segundo vazado pela GameFly, mas hoje consegui encontrar mais um pouco sobre o enredo além de um trailer com belas melodias e carregado de gráficos cel-shaded (os quais sou muito fã).
Já no enredo temos...
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Arland é um pequeno reino que possuía uma pequenina e pobre população. Ele prosperou recentemente devido a recuperação de uma tecnologia chamada máquinas. Graças a ela, as pessoas de Arland são capazes de viver mais convenientemente.
No reino há uma pequena loja de alquimia onde Rorona trabalha para sua dona, Astrid. A loja costumava ser um sucesso, mas por causa das máquinas e da preguiça de Astrid não há clientess há um tempo. Um dia um mensageiro do reino faz uma visita e entrega as duas uma dura realidade: elas devem provar o valor da alquimia completando todos os tipos de serviços ou o rei irá fechar a loja.
Resta saber afinal por qual razão o rei decide isto, já que pelo que se presume as duas não estão atrapalhando em nada no que diz respeito ao desenvolvimento da população. Provar o valor da alquimia? Há mais interesse por detrás disso.
A premissa de Atelier é carismática mas não deve apelar para quem curte um estilo mais sério de personagens e trama. Mas não é menos que importante para a adição da biblioteca do RPGs localizados.
A NIS America já tinha dado como certa a chegada do título no outono norte americano, mas sem especificar uma data. Em relação a isso uma lista surgida no site da locadora GameFly destaca o título para 30 de Setembro:
Segundo a fonte da notícia a a locadora tem grande chance de estar certa, ainda mais pelo vazamento sobre a edição internacional de Star Ocean: The Last Hope (PS3). Ainda assim vale ressaltar que não se trata de uma info oficial por parte da NIS America.
E o subtítulo do RPG também sofreu uma leve modificação, ganhando uma palavra em plural, Alchemist para Alchemists.
Trinity Universe surge de mais uma parceria entre a Gust, NIS e a Idea Factory. O jogo seguirá o mesmo caminho do recente Cross Edge, será um cross-over, unindo personagens conhecidos de cada uma dessas empresas em uma história original.
Um primeiro trailer em inglês foi divulgado essa semana para o jogo:
Trinity Universe será lançado em julho nos Estados Unidos.
A seqüencia de Atelier Rorona está prestes a chegar no Japão (24 de Junho) como antes divulgamos. Contudo, desde o anúncio oficial o que se viu foram somente belas screens e artworks, porém o curto vídeo gameplay a seguir já nos da uma idéia de como se desenvolverá a movimentação da protagonista nos ambientes:
Além de típicas regiões de RPGs, como cavernas, florestas, cidades e desertos, podemos também perceber que as batalhas podem ser evitadas a qualquer momento, pois monstros são visíveis e evitáveis – outra constante nos dias de hoje.
O 1° Atelier que engloba estes mesmos personagens, Rorona, ainda está para chegar aos norte-americanos neste mesmo ano. Já um lançamento ocidental de Totori provavelmente dependerá de quão bem seu antecessor se sairá no mesmo mercado citado.
Os títulos lançados no mercado norte-americano no mês passado certamente permanecem ativos nos consoles e portáteis de muitos. Até o momento é fácil dizer que Março foi o melhor mês do ano de 2010 para os amantes dos level-ups – e não digo isso só por Final Fantasy XIII, ainda que ele sem querer querendo tenha ofuscado outras jóias.
Dando continuidade a nossa série de resumos mensais, vamos literalmente à caça! Na pesquisa habitual para trazer os melhores títulos do gênero RPG deu pra perceber uma esfriada, mas ainda assim há um nome importante – diria muitíssimo importante, mas não sou japonês – entre os demais, e este é Monster Hunter Tri para o Nintendo Wii.
A série que estreou no mercado ocidental pelo PS2, e continua passeando por aqui graças aoPSP, ainda não encontrou seu lugar como o do sol nascente, ou seja, ainda não atingiu o mega sucesso japonês esperado por Capcom e Sony. Porém, é difícil afirmar se esta recepção é justa, mas de minha parte ao menos a experiência com a primeiríssima edição foi rasa (ainda que eu não o tenha terminado).
Entendo que os servidores online do Monster Hunter original já morreram há tempos, mas aí é que mora um ponto em destaque: a série em suma aparenta ser muito mais divertida e melhor aproveitada na companhia de outros jogadores, e para uma mecânica e estilo que seguem padrões estabelecidos desde sempre, a falta deste modo pode comprometer o jogo para alguns.
Não é atoa que minha preferência e vontade voltem-se para edições como Tri ou o MMORPGFrontier (PC,X360).
Lembrando dos arredores, os demais títulos do mês colocam os consoles de mesa em maior ênfase, deixando os portáteis e seus melhores lançamentos no Japão. Boa evolução!
Obs.: As datas dos títulos a seguir condizem com seus lançamentos em território norte-americano. Alterações sem aviso prévio podem ocorrer por suas publicadoras.
Nota máxima pela Famitsu: 40/40
Desenvolvimento: Capcom Publicação: Capcom (20/04) Site oficial: capcom.com/monster
Sobre: A continuação das versões de mesa deveria ter acompanhado a linha de consoles Sony (PS3), mas acabou sendo desviado a Nintendo segundo os altos custos de produção. Essa mudança de planos está levando pela primeira vez a série a um console da Big-N e com as inclusões feitas esta pode definitivamente ser a melhor versão no plano tradicional – ainda que as miniaturas do PSP não me façam ver muitas diferenças.
Enredo? você é um corajoso caçador, ou sendo realista louco, por querer enfrentar feras com extrema diferença em altura e comprimento, além de capacidades próprias. Ao aceitar quests você caminha para conquistar fama como um grande caçador, ao mesmo tempo que procura ajudar os cidadãos em suas necessidades.
O grande destaque para esta versão fica por conta do multiplayer online antes pago (Japão) e agora grátis, lhe possibilitando formar um quarteto para a exploração das terras e confronto dos monstros. Um modo offline também coexiste e pode ser aproveitado por 2 jogadores numa mesma tela dividida.
No quesito novidade ainda temos a importante compatibilidade de Tri com o quase nunca usado Wii Speak, adição implementada a partir do lançamento ocidental! Através do acessório você poderá conversar com outros jogadores, organizando estratégias e dando dicas de uma forma bastante cômoda.
A também ex-exclusividade japonesa agora virá inclusa no bundle convencional do jogo, e inclui um Wii Classic Controller Pro, que além de ter um visual muito bonito (cor black), pode oferecer uma melhor experiência para quem não acha nem o modelo comum do Classic, muito menos a combinação Wiimote + Nunchuk adequados para o título.
Trailer de anúncio oficial
Monster Hunter Tri tem destacado-se muito por seus gráficos. Podemos confirmar pelo vídeo acima que críticas negativas neste quesito não devem tratar exclusivamente do console, mas sim do nível de empenho das desenvolvedoras em apresentar um produto que explore ao máximo de sua potência gráfica.
O padrão da série permanece, com múltiplas quests, feras a enfrentar e sucessivamente armas e armaduras para forjar com as matérias primas obtidas em campo.
Para quem nunca conheceu a franquia este é o momento perfeito, pela falta de um título equivalente na biblioteca do console e pelos ótimos mimos providenciados pela Capcom.
Também disponível para: Playstation 3 Desenvolvimento: Cavia Publicação: Square Enix (27/04)
Sobre: Anteriormente mencionamos que Nier receberá 2 versões diferenciadas no Japão, mas antes que você comece a se preocupar nós também lembramos de que Replicant, edição exclusiva aos PS3 japoneses, nada mais adicionará que um modelo jovial do protagonista em busca de sua irmã – e não filha.
Gestalt é a versão padrão para o lançamento norte-americano e europeu. Tal providência foi tomada pela Square Enix afim de atender os estereótipos de cada mercado.
Inicialmente pelo que foi divulgado sobre a trama ela não aparenta ser muito original. O protagonista que também dá nome ao título está na busca de uma cura para a aflição de sua filha Yonah, a mortífera doença Black Scrawl. Nier terá de atravessar um mundo em ruínas e enfrentar inimigos bizarros – um dos pontos em destaque talvez seja justo ao design de todos os seres vivos do título. Em auxílio a saga deste herói há outros personagens, mas nenhum tão importante a primeira vista do que Kaine, a hermafrodita possuída por um demônio; Um livro misterioso também faz parte do time, e possivelmente dele sejam as muitas magias utilizadas pelo protagonista.
Talvez Nier chame mais a atenção por carregar o logo da Square Enix na boxart. Não confirmo desgosto, mas a ação em que o RPG se prende vista nos trailers não parece ser tão empolgante.
Trailer divulgado na E3 2009
No mais recente portfolio da Cavia temos ao exemplo o razoável Drakengard 2 (segundo a mídia especializada no Metacritic), que é um título de mesmos gêneros e que possui o envolvimento da SE. Esperemos que esse ceticismo formado seja apenas ilusório, e que Nier definitivamente traga ao gênero uma aventura épica e memorável.
Enquanto a biblioteca de RPGs do PS3 não se destaca como a de seu (coexistente!) antecessor, os donos e fãs do gênero se apegam a todas as possibilidades que surgem.
Dando seqüência a Atelier Rorona: Alchemist of Arland – este aguardado para lançamento no fim do ano pela Nis America – Totori trará a protagonista original do título anterior, Rororina Fryxell, aos 22 anos e agora como uma instrutora de novos alquimistas.O novo enredo terá a jovem de 13 anos Totoria Helmond como personagem principal, e acompanhará seus caminhos para se tornar uma alquimista e seu objetivo principal, encontrar sua aventureira mãe desaparecida. O tempo decorrido entre ambos RPGs é de 8 anos.
A República de Arland e seus arredores ainda serão o palco principal desta nova aventura, onde você terá de atravessar por completo afim de liberar novas áreas ao ganho de special adventurers licenses. A Gust ainda não especificou este sistema de licenças, mas é provável que ele sirva para a evolução da(s) personagem(s) em determinado tipo de rank.
Algumas das 43 imagens divulgadas:
Essa é a 2ª vez em que a franquia é abordada em gráficos 3D. O poder do PS3 aparenta mais uma vez destacar muito bem, e de forma exclusiva, os personagens e cenários.
Devido as reclamações dos jogadores japoneses (ou importadores) a Gust estará providenciado ao novo título melhorias no seu agora reformado sistema de batalha, além de um melhor desafio em comparação com o anterior simplista.
@IGN(acesse para galeria completa, incluindo belas artworks!)
O título é mais uma aposta em unir personagens conhecidos, aqui porém os universos que se encontram pertencem a Gust (da série Atelier) e a Nippon Ichi (lembrada por Disgaea), mas na verdade quem encontrou uma publicadora para ele foi também desenvolvedora e publicadora Idea Factory.
No mercado norte-americano a não tão bem conhecida Compile Heart's é quem fará o trabalho de localização, mas sem uma data definida o RPG é esperado com um "em breve".
Seguindo os passos de Cross Edge Dash (outro crossover envolvendo as japonesas) parece que Trinity Universe deixará o PS3 e se tornará multiplataforma, alcançando então o terreno do Xbox 360.
A seguir o 1º e antigo trailer oficial da versão japonesa, com muito do título apresentado em quase 7 minutos:
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