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sábado, 3 de julho de 2010

Square Enix registra Tactics Ogre

Para aqueles, que assim como eu, pensavam que a série Ogre Saga (Tactics Ogre e Ogre Battle) havia morrido, a Square Enix registrou esta semana 3 títulos relacionados a série Ogre, mas esses títulos foram registrados na Europa, coisa engraçada, pois a série nunca viu solo europeu.


Pelo fato dos títulos estarem sendo registrados na Europa, esses registros podem estar ocorrendo somente pela proteção do nome, mas como é possível ver na imagem, um dos títulos registrados é "Let Us Cling Together", que é o nome da versão para PSX, o que poderia significar uma possível vinda da série para a PSN.

Para aqueles que não conhecem, a série Ogre Saga nasceu no SNES, pela mãos da Quest Corporation. Em 1995, os principais membros da Quest Corp. deixaram a empresa para trabalhar em Final Fantasy Tactics e Vagrant Story (ambos para PSX), esses membros também trabalharam em Final Fantasy XII (PS2). Em 2002, ano que foi lançado Tactics Ogre: Knights of Lodis (GBA), o último jogo da fraquia, a Square comprou a empresa e todo o grupo veio a trabalhar em Final Fantasy Tactics Advance e Final Fantasy Tactics A2, mas o criador da Ogre Saga, Yasumi Matsuno, deixou a compania em 2005.


terça-feira, 9 de março de 2010

Final Fantasy II (IV) chega ao Virtual Console (Wii)

O 4º episódio disfarçado de 2º da fantasia clássica está agora disponível para compra aos donos de um Wii, sob o valor de de 8 dólares, ou seja, 800 Wii Points.

A continuação do título da Square Enix no mercado Ocidental foca o enredo na vingança de Cecil, e outros como Rosa, Rydia, Yang e Edward, contra o caos organizado por Golbez, um tirano que deseja dominar o poder de 4 cristais elementais do mundo – sob qualquer preço.

 Essa é mais uma chance para aqueles que desejam conhecer as raízes da série, e sinceramente pelo que tenho vivenciado da trama deste episódio é fácil afirmar o quanto ela é boa e emocionante. Além disso, lembrem-se de que a continuação do título, After Years é também disponibilizada por este serviço da Nintendo.


Além do vídeo acima vale conferir este comercial do lançamento original para SNES no mercado norte-americano, tudo graças ao seu nível nonsense ("sem noção"):


@Joystiq

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Vamos comparar os comerciais de Dragon Quest VI: Realms of Reverie? (NDS/SNES)

A Square-Enix liberou o comercial de Dragon Quest VI: Realms of Reverie para o NDS, e assim como o jogo, esse comercial é cheio de nostalgia.


Comercial: Dragon Quest VI: Realms of Reverie para o NDS.

Comercial: Dragon Quest VI: Realms of Reverie para o SNES.

Estou quase chorando de alegria.

A versão japonesa será lançada em 28 de janeiro de 2010.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Novo Lufia será anunciado em breve



A clássica série Estpolis (conhecida no ocidente como Lufia) voltará em breve, a notícia foi publicada hoje no site oficial da famitsu.

Muitos devem conhecer Lufia pelos dois ótimos títulos para o Snes, apesar da série ter aparecido também no Gameboy Color e por último no GBA, sempre mantendo sua qualidade.

Uma boa confirmação é que este novo título também será desenvolvido pelos integrantes da equipe original, Neverland, o que gera ótimas expectativas. Já a curiosidade é que pela primeira vez um Lufia será publicado pela Square Enix, já que agora a Taito é uma divisão da mesma.



Primeira artwork do novo Lufia

O anúncio oficial e os primeiros detalhes serão revelados na Famitsu da semana que vem. Porém já existe um rumor de que o anúncio seja para o DS, um dos moderadores do fórum neogaf, famoso por ter envolvimento direto com a indústria, teria "confirmado" o portátil como sendo a plataforma para o novo Lufia, aqui.

Aguardaremos uma confirmação oficial.

Fonte

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Curiosidades sobre Dragon Quest



Numa pesquisa feita essa semana pela revista japonesa Famitsu foi revelado que 95.5% dos japoneses, jogadores e não-jogadores na faixa dos 16 aos 49 anos, conhecem a série Dragon Quest.

No ranking da Famitsu de jogos mais aguardados pelos jogadores Dragon Quest IX desde seu anúncio no final de 2006 ficou 62 vezes em primeiro lugar, nunca ficando abaixo da 4ª posição e tendo ficado em 1º lugar por 40 vezes seguidas.

(essa muitos já conhecem, mas vale citar novamente) No Japão a série Dragon Quest é tão famosa que o governo japonês proibe que os jogos da série sejam lançados durante a semana. O motivo? Muitos japoneses faltavam no serviço ou deixavam de ir a escola nessa data.

Vendas da série no Japão:

* Dragon Quest: 1.5 milhões
* Dragon Quest II: 2.4 milhões
* Dragon Quest III: 5.9 milhões (incluindos os remakes para SNES e GBC)
* Dragon Quest IV: 5.6 milhões (incluindos os remakes para PS1 e DS)
* Dragon Quest V: 5.8 milhões (incluindos os remakes para PS1 e DS)
* Dragon Quest VI: 3.2 milhões
* Dragon Quest VII: 4.1 milhões
* Dragon Quest VIII: 3.7 milhões

Total de 32.2 milhões de Dragon Quest vendidos no Japão.

Créditos: 1up

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Retro Review - Treasure of the Rudras (SNES)


Meu primeiro retro-review!

Amante dos emuladores old-school que sou, sempre caço os RPGs mais absurdos pra jogar... E como essas belezinhas apenas existem no Japão, tenho (assim como metade da torcida da seleção brasileira :guess:) que me valer de patchs de tradução.

Acreditem: o bom do bom do bom fica apenas lá na terra do Sol Nascente, para nossa mais completa infelicidade.

E é de uma dessas pedras preciosas (literalmente pra quem vier a jogar...) que venho falar: Rudora no Hihou, ou como veio a ficar "conhecido" depois que teve sua tradução habilmente feita pelo gruop Aeon Genesis Translations, "Treasure of the Rudras".

O jogo foi originalmente lançado em 1996 para o Super Famicon (Super Nintendo japonês, pros leigos :P), e é um RPG clássico, com batalhas por turno no melhor estilo FFVI. Ate mesmo os cenários e sprites do jogo em si são muito parecidos, senão chupinhados de fato de FFVI, mas logo na primeia batalha vemos um dos trunfos do jogo: todos os sprites de batalha são animados. Sim, os personagens se mexem, os monstros se mexem, tudo se mexe!!! :P

Mas sem delongas, vamos ao review de fato.

História: 9/10

"A muito tempo atrás, quando o mundo se encontrava imerso no caos, é dito que o Paraíso deu ordem ao caos. Que o Paraíso concedeu grande poder sobre a Terra e a trouxe prosperidade. A vida na Terra foi criada. Aqueles com grande inteligência, a raça dos Danans. Controlando os mares, as Sereias. Orgulhosos, mas arrogantes, os Répteis. E possuindo tremenda força, os Gigantes. Contudo, eles não possuíam o favor do Paraíso. E com o tempo, eles desapareceram. Então, o Paraíso deu a vida novamente. A vida, dito isto, floresceu novamente." *

A história do jogo em si parece ter sido enredo precursor dos jogos de fim-do-mundo: num monento cataclísmico, onde o mundo está tomado pela destruição nas mãos do homem [poluição entre outras coisas], sinais estranhos começam a aparecer: membros das raças extintas começam a aparecer e um grupo de humanos escolhidos se vê no meio de um turbilhão de acontecimentos cujo destino é salvar o mundo. Esses humanos são escolhidos pelas Rudras (pedras preciosas acestrais) das raças primordiais do planeta, cada Rudra maximizando as características do humano escolhido.

Ah, o fim do mundo no jogo tem data: 15 dias a partir do momento que você aperta Start. Você então escolhe um de 3 dos 4 personagens principais (o quarto aperece nos cenários dos 3 primeiros aqui e ali, antes de se unir definitivamente ao grupo no cenário final) e começa uma jornada de 15 dias ingame para chegar no inicio do cenário final. Cada um desses personagens iniciais conhece outros em seu cenário, sejam humanos, sejam membros das raças extintas, e pouco a pouco um mundo fantástico se desdobra ante seus olhos.



Gráficos: 9/10

"Nossa, o gráfico de FFVI é lindo... Mas bem que a Squaresoft podia ter caprichado um pouco mais e animar os sprites com mais carinho, até mesmo os monstros..."

pensa um jogador de RPG viciado em FFVI no fim de 1995.

"Senhor, captamos uma onda mental sincera de um fã dos nossos RPGs que gostaria de sprites ainda mais animados nas batalhas do FFVI... Devo incluir esse ponto como relevante no projeto secreto Rudora no Hihou?"

":sim:"

conversam dois desenvolvedores de jogos da Squaresoft, há pouco menos de 14 anos atrás.

Essa pequena encenação acima explica muito bem os gráficos de Treasure of the Rudras: os gráficos são baseados em FFVI, mas com uma movimentação muito boa, os personagens se mexem em suas posições de batalha; enquanto carregam a magia ficam de olhos fechados e a boca se mexe como se estivessem entoando as palavras mágicas; fazem uma dancinha da vitória muito mais animada do que levantar os braços e rodar... Fora que os oponentes são igualmente animados, um dos primeiso bosses é um gigante, e ele fica todo imponente encarando os humanos que o tentam se colocar no seu caminho. Ótimos gráficos, ponto.













Som: 8/10


O som está muito bom, par a par com FFVI. O tema de batalha é empolgante, o tema de boss realmente passa a sensação de que a casa vai cair pro teu lado, e as músicas dos cenários também não deixam a desejar. Nada de falas, mas isso era de se esperar muito da Squaresoft naquela época, não? Vale lembrar que o primeiro RPG com voice-acting da empresa foi o FFX (algum outro mais viciado em RPGs aí me corrija ^^).

Jogabilidade: 10/10

Ah, chegamos no ponto alto do game.

Primeiramente: esse game é absolutamente igual a todos os Final Fantasies antigos da Square. Batalhas aleatórias, comandos "Attack, Item, Mantra, Defend", você escolhe o ataque, o personagem executa, o monstro ataca, você vence, a batalha acaba, você recebe experiência e dinheiro...

Mas... Notaram uma pequena diferença ali em cima? Nos comandos, isso... Ma...ntra?

Eis a pedra preciosa do jogo. Mantras.

O sistema de Mantras funciona como um sistema comum de magias. Na batalha, você abre o menu de Mantras, escolhe o mantra a ser utilizado e ele é executado imediatamente após todas as ações terem sido escolhidas, bem FF-like. Mas a forma como são aprendidos esses mantras é que os difere de magias comuns.

No decorrer do jogo, ao se tomar contato com o mundo em si, os heróis descobrem diversos tipos de de relíquias do passado, dentre essas, páginas perdidas de livros de Mantras. Essas páginas ensinam as palavras do mantra, mas geralmente faltando alguma letra, um prefixo ou um sufixo da palavra... E aí começa a brincadeira: você entra no menu principal e abre a opção Enscribe. Nessa opção, você pode simplesmente ESCREVER o mantra. Isso mesmo, você EXCREVE a palavra. Se a grafia estiver correta, você resgata o conhecimento do mantra perdido e ele se torna uma magia utilizável... Caso contrário, o game se encarrega de gerar uma combinação aleatória para a palavra escrita, fazendo da mesma um mantra também, mas não um mantra verdadeiro. Resumindo, se errar, você também cria um mantra, mas ele não será poderoso como um mantra correto, ou custará muito MP para ser executado. Ponto pra Square. ♥


Comentários finais

Esse jogo é uma das minhas maiores motivações para aprender manipular arquivos de jogos com a finalidade de traduzí-los, um exemplo claro de que a grande maioria dos jogos de RPG bons de verdade nunca chegam nessas bandas. Recomendo a todos os amantes de um bom RPG old school que o joguem.

E pra quem quiser, segue o patch de tradução.

http://www.fantasyanime.com/valhalla/rudra-e.zip

Nota final: 10/10

*extraído do site Fantasy Anime, seção dedicada ao jogo Treasure of the Rudras (http://www.fantasyanime.com/valhalla/rudra_about.htm)*

quarta-feira, 4 de março de 2009

Dragon Quest III finalmente traduzido ao inglês

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DaMarsMan, completou sua tradução de Dragon Quest III do SNES.
Aos fãs fica a dica.